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"NEM EU TE CONDENO. VAI E NÃO TORNES A PECAR."

Ir. Marina Santos, aci
 
Naquele tempo, Jesus foi para o monte das Oliveiras. Mas de manhã cedo, apareceu outra vez no templo e todo o povo se aproximou d’Ele. Então sentou-Se e começou a ensinar. Os escribas e os fariseus apresentaram a Jesus uma mulher surpreendida em adultério, colocaram-na no meio dos presentes e disseram a Jesus: «Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério. Na Lei, Moisés mandou-nos apedrejar tais mulheres. Tu que dizes?». Falavam assim para Lhe armarem uma cilada e terem pretexto para O acusar. Mas Jesus inclinou-Se e começou a escrever com o dedo no chão. Como persistiam em interrogá-l’O, ergueu-Se e disse-lhes: «Quem de entre vós estiver sem pecado atire a primeira pedra». Inclinou-Se novamente e continuou a escrever no chão. Eles, porém, quando ouviram tais palavras, foram saindo um após outro, a começar pelos mais velhos, e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio. Jesus ergueu-Se e disse-lhe: «Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?». Ela respondeu: «Ninguém, Senhor». Disse então Jesus: «Nem Eu te condeno. Vai e não tornes a pecar».
[Jo 8, 1-1]

No texto aparecem vários pecadores. A atenção centra-se na mulher apanhada em flagrante, mas Jesus deixa bem claro que pecadores são todos os que intervêm na cena: a mulher, os doutores da lei e fariseus que a trazem a “julgamento”

• Situo-me na cena. Pecador/a entre pecadores.

• Leio o texto devagar e tento meter-me dentro dele, fazer parte da história. Imagino Jesus, como estava vestido, como era, como falava… Imagino que sou a mulher pecadora que é levada diante de Jesus… ou algum dos homens que não podia atirar pedras porque não estava sem pecado…

• Reparo na reação de Jesus. Tinha acabado de sair de um momento de oração. Agora estava ali, dedicando o seu tempo a ensinar. Quando Lhe trazem a mulher, Ele dá-lhes a entender que os conhece bem e que não há ali ninguém sem pecado: “quem não tiver pecado atire a primeira pedra”. Depois, põe-se a escrever com o dedo na terra. Que escreveria? Não sabemos… De qualquer maneira, tudo o que se escreve no chão (de areia ou terra) desaparece! É uma boa imagem do que acontece aos nossos pecados, que são bem conhecidos por Jesus, mas que não permanecem se nós próprios os reconhecemos, nos arrependemos e pedimos perdão. Imagino que Jesus escreve no chão o que sabe sobre mim… e assim me ajuda a fazer, nesta Quaresma, o meu “exame de consciência”.

• “Eles foram saindo um após outro, a começar pelos mais velhos”. Jesus fica a sós com a mulher. Ele não a condena (mas convida-a a mudar de vida). Imaginar que sou eu que ali estou. De que falamos? A que me convida?