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AS TENTAÇÕES DE JESUS

Ir. Marina Santos, aci
 
«Esteve no deserto, conduzido pelo Espírito, e foi tentado»

Naquele tempo, Jesus, cheio do Espírito Santo, retirou-Se das margens do Jordão. Durante quarenta dias, esteve no deserto, conduzido pelo Espírito, e foi tentado pelo Diabo. Nesses dias não comeu nada e, passado esse tempo, sentiu fome. O Diabo disse-lhe: «Se és Filho de Deus, manda a esta pedra que se transforme em pão». Jesus respondeu-lhe: «Está escrito: ‘Nem só de pão vive o homem’». O Diabo levou-O a um lugar alto e mostrou-Lhe num instante todos os reinos da terra e disse-Lhe: «Eu Te darei todo este poder e a glória destes reinos, porque me foram confiados e os dou a quem eu quiser. Se Te prostrares diante de mim, tudo será teu». Jesus respondeu-lhe: «Está escrito: ‘Ao Senhor teu Deus adorarás, só a Ele prestarás culto’». Então o Diabo levou-O a Jerusalém, colocou-O sobre o pináculo do templo e disse-Lhe: «Se és Filho de Deus, atira-Te daqui abaixo, porque está escrito: ‘Ele dará ordens aos seus Anjos a teu respeito, para que Te guardem’; e ainda: ‘Na palma das mãos te levarão, para que não tropeces em alguma pedra’». Jesus respondeu-lhe: «Está mandado: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus’». Então o Diabo, tendo terminado toda a espécie de tentação, retirou-se da presença de Jesus, até certo tempo.
[Lc 4, 1-13]

Jesus, o Filho de Deus que veio à terra feito homem, assumiu de tal forma a condição humana que Se expôs a tudo aquilo a que nós também estamos sujeitos: à dor, à fragilidade, ao crescimento, e até à tentação.

Nos Evangelhos encontramos vários episódios onde a Sua solidariedade com a humanidade se mostra também nas lutas interiores que trava para perceber qual é o Bem maior, qual é a vontade do Pai. As tentações de Jesus narradas neste texto de Lucas são um episódio entre outros tantos que terá havido. Não são um episódio pontual, de um “dia mal passado” depois de quarenta dias de jejum.

E o texto termina dizendo que o tentador ser retirou depois de “toda a espécie de tentação”, até nova oportunidade…

• Por duas vezes Jesus é tentado a dar provas: “se és Filho de Deus…”. Quantas vezes peço provas a Deus da Sua existência, bondade, justiça?...

• Jesus também é tentado pela tendência contrária: a de abandonar Deus, de se prostrar diante do tentador. Como sou habitualmente tentado/a? De que formas descaradas ou subtis? Através de quantas pequenas coisas, que me vão afastando de Deus?
 
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